O Palhaço e o Publico

Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria.

Charles Chaplin

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

CYCLARNAS AFTON

Velho Circo do Blues em apresentação unica:


Noites do Circo

O circo chega a uma cidade em meio a nevoa, o condutor da carrugem grunhe uma cantiga de murmuria, logo apos uma noite de belo sonho o Diretor do Circo desperta e segue rumo a direção da carruagem. Em dialogo com o cocheiro remontam a estória de Frost e Alma:

O cocheiro indaga o Diretor

Cocheiro - Verá sua esposa e seus filhos amanhã!

Diretor do Circo - Já faz 3 anos.

Cocheiro - Já ouviu flar na ´história de Frost, o palhaço e sua esposa Alma?

Diretor do Circo - Foi nesta cidade?

Cocheiro - Sim, eu estava lá. Foi horrivel

Diretor do Circo - Conte-me

Cocheiro - Pobre Frost

O regimento treinava tiro em frente ao mar, os soldados reclamavam o terrivel calor. Então Alma apareceu era uma linda mulher... apesar de não ser jovem. Ela segue em direção ao mar, canhões fazem seus tiross. E de repente adentra-se ao mar portada de susa natureza apenas. O palhaço é alertado do acontecido. Vai em direção a sua amada e defronta-se acom todos do regimento olhando sua esposa. E levado ao ciumes, desespero e medo retira-a do mar e a conduz até o circo com sua morale alta estima reduzidas a pó. A carroça segue viagem em meio a uma tempestade, o grupo perde seus melhores trajes para o espetaculo.
O diretor do circo se vê obrigado a pedir trajes a uma companhia de teatro. Rumo ao teatro leva sua esposa amante para melhor convence-los. Chegando próximo ao teatro:

Esposa/Amante - O que foi?

Diretor do Circo - Nada!

Esposaa/Amante - Parece preocupado.

Diretor do Circo - Eu?
- Lembrre-se eu falo
-Você fica sentada e sori.
-Sjube gosta de moças bonitas
-Respire fundo para
salientar os seios...
e mostre as pernas se ele pedir
-Não Abandonareis você se ele
fizer algo queebro a cara dele.

Em TEATERN
Den Galna Grevinnan

Dialogos do theatro

-Um coração puro
é o maior desejo de uma mulherr.
Resiste a todas tentações.

-Suas palavras de sabedoria, pai...
farão brotar frutos em meu coração.

-Sua mãe Madame
Falará com você

o zelador do teatro - O que queres?

Diretor do Circo - Falar com o diretor

Diretor do Teatro - O que esta havendo?

o zelador do teatro - um casal gostaria de lhe falar

Diretor do Teatro - Mande para o inferno
-Não! Traga-os aqui

o zelador do teatro - O Diretor os receberá

Diretor do Circo - Podemos voltar outro dia.
.... - Bom dia, srr. Sjuberg
-Não esta um belo dia?
e a esposa/amante o cutuca
-Sou Albeert Johansson.
dono do circo Alberti
que estã na cidade
-Minha esposa Anne.
-Cumprimentos!!!

Diretor do teatro - Em que posso ajudar?

Diretor do Circo - Nós...

Diretor do teatro - Uma cadeira para a senhora
-Permita-me, senhora.
-Então sr. Alberti?

Diretor do Circo - Acontece que...
infelizmente  um infortúnio...
arruinou metade de nossos trajes.
-Poderia nos ajudar nos emprestando
capas, coletes, chápeus?
-Como colega.

Diretor do tearo - E se infestarem nossos trajes?
-Piolhos, doenças estranhas quem sabe?
-Não sei nada sobre circenses.

Diretor do Circo - eu lhe garanto, senhor

Diretor do teatro - Quanto pode pagar?

Diretor do Circo - Bem, esta noite estamos
pensando em ...
-Quanto você quer

Diretor do teatro - Mais do que pode pagar.

Diretor do Circo - Porque está me insultando?

Diretor do teatro - Porque fazemos parte ddo mesmo meio...
e porque você permite.
-Vocês vivem em carroças,
nões em hóteis
-fazemos arte, vocês artificío
-Os mais humildes de nos desprezam os melhores de você. Por quê?
-Vocêss arriscam suas vidas,
nós, nossas vaidades.
-Seu traje é ridículo
E a senhora ficaria melhor
sem os ornamentos.
-Poderia esnobar nossa elegância...
caras pintadas e falas estupendas.
-Por que não devereria insultá-lo?

Diretor do Circo - E quanto ao trajes?

Diretor do teatro - Pode pegar emprestado.

Diretor do Circo - Mas o pagamento

Diretor do Teatro - Convide-nos para o espetáculo
Blon, mostre o
guarda-roupas, para eles
-Até, logo

A uma pausa e o diretor do teatro mantem um olhar sobre a esposa/amante do diretor deo circo. Ao sair do teatro a esposa do diretor de circo, troca olhares ao protagonista do teatro.

De volta ao Cirkus Alberti

na rua todos fazem um grande carnaval circense,

O palhaço;

-Senhoras e Senhores
Ouçam e maravilhem-se!
A muito custo e sacrificio...
O Circuss Alberti esta nesta cidade.
Esta noite apresentará um espetáculo
que nunca viram antes.
Beleza e emoções...
sem falar da diversão...
A maior diversão de sua vidaa!
Trajes e cenários de sua vida!
Artistas que ficaram famosos
nas maiores capitais do mundo.

O policial - saiam!
Ouviram, Saiam!
-O que ssignifica isso?
-Não sabes que isto é ilegal?

Diretor do Circo - Só estamos anunciando

Policial - Vocêss tem lincensa?
Saiam dai e venham
para baixo...
que é lugar de vocês.

Diretor do Circo - Sim, mas

Policial - Cale a boca, macaco de circo.
-Quer que eu leia seus direitos?
-Desçam e desapareçam.

Anão do circo -Policia! Policia!
Seu amolfadinha.

Policial -Prenda os cavalos
-ficaremos com eles até amanhã
-assim vaõ aprender a lição
-Mallditos.

O Diretor do Circo vai ao encontro de sua ex-exposa Agda, que o acompanhava junto ao circo, sua amante sente uma leve pontada de ciúmes e tenta o impedir de ir, mas esse se vê obrigado, a rever esposa e filhos. Qubrado fianceiramente se envergonha diante da ex-esposa. Ela o agradece por ter saido daquela vida e ter sua propria vida. Ter saido de toda aquela inseguranla, piolhos e doenças. Diz que quando a deixou ela o havia esquecido da noite para o dia.

Dialogo

Diretor do Circo - É sempre o mesmo silêncio
a mesma tranqüilidade...
-verão e inverno....

ex-esposa - Sim é uma rua tranquila.

Diretor do Circo- Entra ano e sai ano....
... a vida continua a mesma.

ex-esposa - Para mim, é satisfação

Diretor do Circo - Para mim é vazio.

Entra em cena a esposa/amante de volta ao TEATERN que assiti ao monologo do então protagonista do theatro

Monologo

-Sou apenas um pobre palhaço...
nesta farsa de sombras.

- Seu coração insicero,
sua fragiliddade...

-até sua indiferença
provocante...

-muda meu mundo,
dia a dia, hora em hora

-sou o conde de Chambalte...

-ou o mais miseravel dos infelizes?

-Por isso  punhal,
deixe seu esconderijo...

-e enocontr um lugar onde
possa matar sua sede.

-como fico feliz em
saudá-la, doce senhora...
e de abraça-la

-vamos celebrar nossa união
neste parque tranq6uilo...

-onde minha cruel deusa
me concedeu sua graça.

Adeus minha soberana.

Que suas lagrimas reguem
meu pobre túmulo.

-Eu morro!


Ao final do Ensaio do monologo do protagonista, a entãoesposa/amante do Diretor de Circo visita o quarto do protagonista do theatro e diz;

- Quero deixar o circo.
-Esta rindo de mim

Protagonistta do theatro - Estou  sorrindo,
pois você é linda.

-Não precisa se casar comigo,
apenas cuide de mim.

Protagonista do theatro - Você cheira a estabúlos,
perfume doce e barato.
-vou lambe-la como um cão.
-que maquiagem!
-vou lhe ensinar. Venha!

Há um amuleto e começa-se os jogos amorosos.

Conhecendo sua condição o Diretor do Circo tenta retornar a sua ex-esposa que se encontra em uma condição financeira não tão desprivilegiado do que ele. Ela o diz que ninguem iria retirar sua paz e liberdade.

A esposa/amante então do diretor do circo, ganha o amuleto e liberdade das garras do então protagonista.

Albert falgrra os jogos ludibiosos.

De volta ao Cirkus Alberti



A esposa/amante joga cartas

Então o diretor do circo questiona sobre o seu dia. Ela diz caminhar a cidade. em roupas simples e muito bem decotada esbanjando toda a sensualidadee e seus belos seios. O diretor do circo comenta o visto com ela, que nega traição, ao final reconhece-se a infidelidade de sua esposa e amante. Ele sabe no entando que ambos são a atração do cirrco e um e outro sabe que estão prestes desistir... O palhaço entra a carruagem do casal e inicia-se o dialogo

Palhaço - O espetaculo esta noite
será sensacional
-com musicas, para os animais...
-A sua, saúde amigo
-Saude!

Emgreagado o diretor comenta junto ao palhaço

Diretor do Circo - Pensando bem,
não ninguem
-Nem mesmo o policial na praça hoje.

-Nem mesmo Anne
apesar de ser infiel.
-Você me despreza.
-Desprea a todo mundo
acima de tudo a si mesmo.
-Mas gosto das pessoas,
quero acariciá-las.
-Não tendo medo delas.
-Não quero andar por aí
com este lixo de circo
-Quero ser um cidadão honesto
com uma esposa respeitável.
-Anne, você jamais será
uma esposa responsável.
-Jamias me casarei com você
pois foi infiel.
-Sua inutil!!!!
-Não é bom serr emotivo e sentimental?
-Pobre Anne, pobre Agda...
... e você pobre diabo,
e sua esposa safada.
Pena que tenham que
viver. Tenho pena delas.
Todos têm tanto medo.
-É uma vergonha.

O palhaço Sim, é uma vergonha Albert

Diretor do Circo- Uma vergonha
-Mas agora vou fazer algo...
digno de ser humano.

O palhaço - Vai se matar?

Diretor do Circo - Não disse isso.

O palhaço - Devia matar o urso
ele não esta, bem.

Diretor do Circo Eu devia matar o urso...

O palhaço - não se esqueça...
de matar sua esposa também
Seria piedoso...

Diretor do Circo - Matar todos de quem sente pena...
...cinco ou seiss deles.
-Devia matar você, Frost.

O palhaço - tenho que cuidar do meu velho pai.

Diretor do Circo tem medo?

O palhaço - Não!!!

Diretor do Circo - Tem medo de morrer

O palhaço - sim

Diretor do Circo Não tenho medo

O palhaço - Então mate-se

Diretor do Circo - Não
Está calor aqui

O palhaço - Abra a porta

O Diretor do circo cai fora da carroça e diz

-Olha a vida ao nosso redor Eu amo Isso! Eu amo Isso!

O Espetáculo

Primero a apresentação dos mestres do riso, conduzido pelo diretor do circo, que logo apos a domadora de urso, em seguida pedindo silencio a plateia anunciao momento esperado. Onde uma ardente amazonas espanhola montada num Andaluz, seria então o espetaculo inesquecivel. Esa adentra ao picadero...
O protagonista do theatro em meio a plateia diz

-Nossa escapada não a deixou cansada?

Ela se perde em meio ao espetaculo e o Diretor agitado com a furia do ciumes. O protagonista se encontra em companhia a uma bela jovem. e continua a indaga-la

-Vmos calvagar esta noite?

O diretor que em lagrimas de suor e desespero se continha, olha-o friamente e lhe tira o chapeu a chicotada, rasga-lhe o terno e esse adentra ao picadeiro e tem sua dignidade suja...

O diretor do teatro sela o duelo entre este homens. Tem inicio o diretor do circo é subitamente atacado e devida a vaixa estima se vê alocado ao chão. O palhaço então desfecha o espetaculo. E a esposa/amante tenta salvar a dignidade circense e vai a consolar seu amante dos picadeiros, que esta com seu orgulho ferido, ela procura curar o coração de Albert mais esse enfurecido tenta o suicidio, não haviam balas, até que o tiro é disparado contra o espelho, vendo que haviam balas se dirige até a jaula do urso e o mata. Na cocheira cai em prantos como uma criança abandonada, e declara sua partida da cidade.

O palhaço e o Diretor do Circo

O palhaço
-Esta tarde quando durmi, tive um sonho
-Sonhei que Alma disse: "Pobre Frost, parece cansado e triste. Quer descansar?"
-Sim eu disse.
-"vou deixa-lo tão pequeno quanto um feto.
-"pode dormir em cima de meu ventre."
Então me arrumei e dormi profundamente... Como se tivesse num berço. Fui ficando cada vez menor... até me torrnar uma semente... e depois desapareci.

-Diretor do Circo - Ande, logo. Vamos, entre.

O palhaço - ela não não dorme se não tiver ao seu lado.
-Boa noite.

Diretor do Circo - Boa  Noite!

Então Albert olha Anne e os dois seguem junto a carroça.

CYCLARNAS AFTON - "NOITES DE CIRCO"
INGMAR BERGMAN

FIM DO ESPETACULO

Nenhum comentário:

Postar um comentário