Velho Circo do Blues em apresentação unica:
Noites do Circo
O circo chega a uma cidade em meio a nevoa, o condutor da carrugem grunhe uma cantiga de murmuria, logo apos uma noite de belo sonho o Diretor do Circo desperta e segue rumo a direção da carruagem. Em dialogo com o cocheiro remontam a estória de Frost e Alma:
O cocheiro indaga o Diretor
Cocheiro - Verá sua esposa e seus filhos amanhã!
Diretor do Circo - Já faz 3 anos.
Cocheiro - Já ouviu flar na ´história de Frost, o palhaço e sua esposa Alma?
Diretor do Circo - Foi nesta cidade?
Cocheiro - Sim, eu estava lá. Foi horrivel
Diretor do Circo - Conte-me
Cocheiro - Pobre Frost
O regimento treinava tiro em frente ao mar, os soldados reclamavam o terrivel calor. Então Alma apareceu era uma linda mulher... apesar de não ser jovem. Ela segue em direção ao mar, canhões fazem seus tiross. E de repente adentra-se ao mar portada de susa natureza apenas. O palhaço é alertado do acontecido. Vai em direção a sua amada e defronta-se acom todos do regimento olhando sua esposa. E levado ao ciumes, desespero e medo retira-a do mar e a conduz até o circo com sua morale alta estima reduzidas a pó. A carroça segue viagem em meio a uma tempestade, o grupo perde seus melhores trajes para o espetaculo.
O diretor do circo se vê obrigado a pedir trajes a uma companhia de teatro. Rumo ao teatro leva sua esposa amante para melhor convence-los. Chegando próximo ao teatro:
Esposa/Amante - O que foi?
Diretor do Circo - Nada!
Esposaa/Amante - Parece preocupado.
Diretor do Circo - Eu?
- Lembrre-se eu falo
-Você fica sentada e sori.
-Sjube gosta de moças bonitas
-Respire fundo para
salientar os seios...
e mostre as pernas se ele pedir
-Não Abandonareis você se ele
fizer algo queebro a cara dele.
Em TEATERN
Den Galna Grevinnan
Dialogos do theatro
-Um coração puro
é o maior desejo de uma mulherr.
Resiste a todas tentações.
-Suas palavras de sabedoria, pai...
farão brotar frutos em meu coração.
-Sua mãe Madame
Falará com você
o zelador do teatro - O que queres?
Diretor do Circo - Falar com o diretor
Diretor do Teatro - O que esta havendo?
o zelador do teatro - um casal gostaria de lhe falar
Diretor do Teatro - Mande para o inferno
-Não! Traga-os aqui
o zelador do teatro - O Diretor os receberá
Diretor do Circo - Podemos voltar outro dia.
.... - Bom dia, srr. Sjuberg
-Não esta um belo dia?
e a esposa/amante o cutuca
-Sou Albeert Johansson.
dono do circo Alberti
que estã na cidade
-Minha esposa Anne.
-Cumprimentos!!!
Diretor do teatro - Em que posso ajudar?
Diretor do Circo - Nós...
Diretor do teatro - Uma cadeira para a senhora
-Permita-me, senhora.
-Então sr. Alberti?
Diretor do Circo - Acontece que...
infelizmente um infortúnio...
arruinou metade de nossos trajes.
-Poderia nos ajudar nos emprestando
capas, coletes, chápeus?
-Como colega.
Diretor do tearo - E se infestarem nossos trajes?
-Piolhos, doenças estranhas quem sabe?
-Não sei nada sobre circenses.
Diretor do Circo - eu lhe garanto, senhor
Diretor do teatro - Quanto pode pagar?
Diretor do Circo - Bem, esta noite estamos
pensando em ...
-Quanto você quer
Diretor do teatro - Mais do que pode pagar.
Diretor do Circo - Porque está me insultando?
Diretor do teatro - Porque fazemos parte ddo mesmo meio...
e porque você permite.
-Vocês vivem em carroças,
nões em hóteis
-fazemos arte, vocês artificío
-Os mais humildes de nos desprezam os melhores de você. Por quê?
-Vocêss arriscam suas vidas,
nós, nossas vaidades.
-Seu traje é ridículo
E a senhora ficaria melhor
sem os ornamentos.
-Poderia esnobar nossa elegância...
caras pintadas e falas estupendas.
-Por que não devereria insultá-lo?
Diretor do Circo - E quanto ao trajes?
Diretor do teatro - Pode pegar emprestado.
Diretor do Circo - Mas o pagamento
Diretor do Teatro - Convide-nos para o espetáculo
Blon, mostre o
guarda-roupas, para eles
-Até, logo
A uma pausa e o diretor do teatro mantem um olhar sobre a esposa/amante do diretor deo circo. Ao sair do teatro a esposa do diretor de circo, troca olhares ao protagonista do teatro.
De volta ao Cirkus Alberti
na rua todos fazem um grande carnaval circense,
O palhaço;
-Senhoras e Senhores
Ouçam e maravilhem-se!
A muito custo e sacrificio...
O Circuss Alberti esta nesta cidade.
Esta noite apresentará um espetáculo
que nunca viram antes.
Beleza e emoções...
sem falar da diversão...
A maior diversão de sua vidaa!
Trajes e cenários de sua vida!
Artistas que ficaram famosos
nas maiores capitais do mundo.
O policial - saiam!
Ouviram, Saiam!
-O que ssignifica isso?
-Não sabes que isto é ilegal?
Diretor do Circo - Só estamos anunciando
Policial - Vocêss tem lincensa?
Saiam dai e venham
para baixo...
que é lugar de vocês.
Diretor do Circo - Sim, mas
Policial - Cale a boca, macaco de circo.
-Quer que eu leia seus direitos?
-Desçam e desapareçam.
Anão do circo -Policia! Policia!
Seu amolfadinha.
Policial -Prenda os cavalos
-ficaremos com eles até amanhã
-assim vaõ aprender a lição
-Mallditos.
O Diretor do Circo vai ao encontro de sua ex-exposa Agda, que o acompanhava junto ao circo, sua amante sente uma leve pontada de ciúmes e tenta o impedir de ir, mas esse se vê obrigado, a rever esposa e filhos. Qubrado fianceiramente se envergonha diante da ex-esposa. Ela o agradece por ter saido daquela vida e ter sua propria vida. Ter saido de toda aquela inseguranla, piolhos e doenças. Diz que quando a deixou ela o havia esquecido da noite para o dia.
Dialogo
Diretor do Circo - É sempre o mesmo silêncio
a mesma tranqüilidade...
-verão e inverno....
ex-esposa - Sim é uma rua tranquila.
Diretor do Circo- Entra ano e sai ano....
... a vida continua a mesma.
ex-esposa - Para mim, é satisfação
Diretor do Circo - Para mim é vazio.
Entra em cena a esposa/amante de volta ao TEATERN que assiti ao monologo do então protagonista do theatro
Monologo
-Sou apenas um pobre palhaço...
nesta farsa de sombras.
- Seu coração insicero,
sua fragiliddade...
-até sua indiferença
provocante...
-muda meu mundo,
dia a dia, hora em hora
-sou o conde de Chambalte...
-ou o mais miseravel dos infelizes?
-Por isso punhal,
deixe seu esconderijo...
-e enocontr um lugar onde
possa matar sua sede.
-como fico feliz em
saudá-la, doce senhora...
e de abraça-la
-vamos celebrar nossa união
neste parque tranq6uilo...
-onde minha cruel deusa
me concedeu sua graça.
Adeus minha soberana.
Que suas lagrimas reguem
meu pobre túmulo.
-Eu morro!
Ao final do Ensaio do monologo do protagonista, a entãoesposa/amante do Diretor de Circo visita o quarto do protagonista do theatro e diz;
- Quero deixar o circo.
-Esta rindo de mim
Protagonistta do theatro - Estou sorrindo,
pois você é linda.
-Não precisa se casar comigo,
apenas cuide de mim.
Protagonista do theatro - Você cheira a estabúlos,
perfume doce e barato.
-vou lambe-la como um cão.
-que maquiagem!
-vou lhe ensinar. Venha!
Há um amuleto e começa-se os jogos amorosos.
Conhecendo sua condição o Diretor do Circo tenta retornar a sua ex-esposa que se encontra em uma condição financeira não tão desprivilegiado do que ele. Ela o diz que ninguem iria retirar sua paz e liberdade.
A esposa/amante então do diretor do circo, ganha o amuleto e liberdade das garras do então protagonista.
Albert falgrra os jogos ludibiosos.
De volta ao Cirkus Alberti
A esposa/amante joga cartas
Então o diretor do circo questiona sobre o seu dia. Ela diz caminhar a cidade. em roupas simples e muito bem decotada esbanjando toda a sensualidadee e seus belos seios. O diretor do circo comenta o visto com ela, que nega traição, ao final reconhece-se a infidelidade de sua esposa e amante. Ele sabe no entando que ambos são a atração do cirrco e um e outro sabe que estão prestes desistir... O palhaço entra a carruagem do casal e inicia-se o dialogo
Palhaço - O espetaculo esta noite
será sensacional
-com musicas, para os animais...
-A sua, saúde amigo
-Saude!
Emgreagado o diretor comenta junto ao palhaço
Diretor do Circo - Pensando bem,
não ninguem
-Nem mesmo o policial na praça hoje.
-Nem mesmo Anne
apesar de ser infiel.
-Você me despreza.
-Desprea a todo mundo
acima de tudo a si mesmo.
-Mas gosto das pessoas,
quero acariciá-las.
-Não tendo medo delas.
-Não quero andar por aí
com este lixo de circo
-Quero ser um cidadão honesto
com uma esposa respeitável.
-Anne, você jamais será
uma esposa responsável.
-Jamias me casarei com você
pois foi infiel.
-Sua inutil!!!!
-Não é bom serr emotivo e sentimental?
-Pobre Anne, pobre Agda...
... e você pobre diabo,
e sua esposa safada.
Pena que tenham que
viver. Tenho pena delas.
Todos têm tanto medo.
-É uma vergonha.
O palhaço Sim, é uma vergonha Albert
Diretor do Circo- Uma vergonha
-Mas agora vou fazer algo...
digno de ser humano.
O palhaço - Vai se matar?
Diretor do Circo - Não disse isso.
O palhaço - Devia matar o urso
ele não esta, bem.
Diretor do Circo Eu devia matar o urso...
O palhaço - não se esqueça...
de matar sua esposa também
Seria piedoso...
Diretor do Circo - Matar todos de quem sente pena...
...cinco ou seiss deles.
-Devia matar você, Frost.
O palhaço - tenho que cuidar do meu velho pai.
Diretor do Circo tem medo?
O palhaço - Não!!!
Diretor do Circo - Tem medo de morrer
O palhaço - sim
Diretor do Circo Não tenho medo
O palhaço - Então mate-se
Diretor do Circo - Não
Está calor aqui
O palhaço - Abra a porta
O Diretor do circo cai fora da carroça e diz
-Olha a vida ao nosso redor Eu amo Isso! Eu amo Isso!
O Espetáculo
Primero a apresentação dos mestres do riso, conduzido pelo diretor do circo, que logo apos a domadora de urso, em seguida pedindo silencio a plateia anunciao momento esperado. Onde uma ardente amazonas espanhola montada num Andaluz, seria então o espetaculo inesquecivel. Esa adentra ao picadero...
O protagonista do theatro em meio a plateia diz
-Nossa escapada não a deixou cansada?
Ela se perde em meio ao espetaculo e o Diretor agitado com a furia do ciumes. O protagonista se encontra em companhia a uma bela jovem. e continua a indaga-la
-Vmos calvagar esta noite?
O diretor que em lagrimas de suor e desespero se continha, olha-o friamente e lhe tira o chapeu a chicotada, rasga-lhe o terno e esse adentra ao picadeiro e tem sua dignidade suja...
O diretor do teatro sela o duelo entre este homens. Tem inicio o diretor do circo é subitamente atacado e devida a vaixa estima se vê alocado ao chão. O palhaço então desfecha o espetaculo. E a esposa/amante tenta salvar a dignidade circense e vai a consolar seu amante dos picadeiros, que esta com seu orgulho ferido, ela procura curar o coração de Albert mais esse enfurecido tenta o suicidio, não haviam balas, até que o tiro é disparado contra o espelho, vendo que haviam balas se dirige até a jaula do urso e o mata. Na cocheira cai em prantos como uma criança abandonada, e declara sua partida da cidade.
O palhaço e o Diretor do Circo
O palhaço
-Esta tarde quando durmi, tive um sonho
-Sonhei que Alma disse: "Pobre Frost, parece cansado e triste. Quer descansar?"
-Sim eu disse.
-"vou deixa-lo tão pequeno quanto um feto.
-"pode dormir em cima de meu ventre."
Então me arrumei e dormi profundamente... Como se tivesse num berço. Fui ficando cada vez menor... até me torrnar uma semente... e depois desapareci.
-Diretor do Circo - Ande, logo. Vamos, entre.
O palhaço - ela não não dorme se não tiver ao seu lado.
-Boa noite.
Diretor do Circo - Boa Noite!
Então Albert olha Anne e os dois seguem junto a carroça.
CYCLARNAS AFTON - "NOITES DE CIRCO"
INGMAR BERGMAN
FIM DO ESPETACULO
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